sábado, 18 de agosto de 2012

Sem Título





"Look at the stars,
Look how they shine for you,
And everything you do,
Yeah, they were all yellow"





quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Encoste tua cabeça em meu peito
E deixe a noite passar, Estrela.
Deposite ali tudo o que não te deixa brilhar,
E siga comigo pela escuridão da noite.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Amo-te

Veio de forma tão sutil, suave. Implantou-se determinando teu espaço. Continue aí, estrela. Vou pedir para que essa noite nunca acabe. Traga-me o conforto do teu abraço e da tua voz e pedirei ao Tempo mais horas - além do dia - para estar ao teu lado. Estou deitado na grama de um parque qualquer e tu brilha para mim de forma única. Pode ver o meu sorriso? Oh, queria eu ter o poder de te levar comigo sempre. Estar contigo sempre. Sentir-me sempre mais do que sou.

Luíz. <3

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

    Eles dizem que somos loucos.
    





Eles ainda não viram nada.

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Estrelinha.

Estrelinha d'um céu de inverno.
Estrelinha dos meus sonhos profanos.
Estrelinha que parece até brilhar de dia...
Amo-te. <3

sábado, 28 de julho de 2012

Palavras secretas de um caderno 2.

    Perceba que não estou mais aqui, Anjo. Tirei aquela chave que deixava debaixo do tapete e tranquei a porta dos fundos, pois a ventania está muito forte.
    Veja essa paz que se instaurou por aqui. Vesti uma palavra bonita e percebi que a flores do jardim já cresceram enquanto saí para ver quem passava pela rua. A noite, finalmente, está agradável. E não estou na janela.

Fragmento de algo importante

Ela tem cheiro de fraternidade, daquelas que rimos só de pensar.
Tem cheiro de família; de duas pessoas.
Tem cheiro de tempestade de verão, de 11 de fevereiro.
De bilhetinho que guardo na carteira;
de um mundo inteiro...

domingo, 8 de julho de 2012

Para alguém.


Away

- O que fazes aqui, criança?

-Não sei. Apenas senti vontade de voltar. Posso?

-Claro que pode. Tu conheces aqui melhor do que eu. Sente-se, vou ali na cozinha fazer o café que tu tanto gosta.

-Obrigado. Vim aqui somente para saber como você está. Há tempos que tenho adiado vir aqui. Conte-me as novidades.

-Nada. Você sabe da minha realidade, você a criou. Continuo trabalhando, continuo com a mesma realidade de antes; até onde você colocou aquele ponto, lembra?

-Sim, Edgar. Eu lembro. E, de certo modo, peço desculpas.

-Então, por que você veio aqui? Sirva-se.

-Senti falta... Só isso.

-Hum. Te conheço, criança. Sinto em sua voz que tem um tom de despedida.

-Sinto que você pode ter razão.

-Mas por quê? Explique-me.

-Não posso explicar; ou talvez eu não consiga. Mas prometo-lhe que um dia desenterrarei aqueles rascunhos de sua história.

-Oh, criança... Sei que partirás. Não sei quando nos veremos novamente, mas...

-Mas que esse abraço que eu deixo aqui agora sirva para te fazer um pouco mais feliz enquanto eu não estiver aqui.

-Ok, criança. Dê-me um abraço e siga com o vento para onde queira ir. Estou dentro de ti, tu sabes.

-É, eu sei. Tomarei este café e partirei sem rumo; até  que esteja suficientemente fragmentado para não mais existir.

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Sem Título

"Desfigura-me a face
E me torna quem tu és.
Me transforma em algo melhor, Arthur.
Mas peço que deixe-me gritar pela última vez,
Aquelas mudas palavras de Amor que sempre foram dele.
Carregue-me pela madrugada fria e
Me aqueça em teu peito.
Faça o que for preciso,
Mas não me deixe sozinho."